19 de novembro de 2009

PLAGIAR É CRIME


Com as facilidades proporcionadas pelas novas tecnologias, tornou-se comum encontrar matérias jornalísticas plagiadas por meio do famoso método “copia e cola”. O que algumas pessoas não sabem é que a prática, além de demonstrar total falta de ética e incapacidade de quem o faz, também é crime, conforme o descrito no artigo 184 do Código Penal Brasileiro, parágrafo 1º: “se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente”, prevendo como penalidades detenção de três meses a um ano ou pagamento de multa.
Você pode ler o Código de Ética dos Jornalistas no link abaixo:
Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros

DICAS PARA SER BEM SUCEDIDO EM UMA ENTREVISTA DE EMPREGO

  • Procure chegar com antecedência à entrevista. Pontualidade é essencial;
  • Cuide da aparência de forma a não passar uma imagem desleixada. Por exemplo, a barba deve estar bem feita, os cabelos cortados, as unhas limpas e aparadas.
  • Dê preferência a roupas sociais;
  • Utilize preferencialmente trajes com cores neutras;
  • As mulheres devem evitar abusar da maquiagem;
  • O celular deve ser desligado no momento da entrevista;
  • Procure conhecer a empresa antes da entrevista;
  • Anuncie sua presença somente 15 minutos antes do horário combinado;
  • Procure memorizar o nome do entrevistador;
  • Leve seu currículo impresso e atualizado.

18 de novembro de 2009

A LUTA PELO FURO DE REPORTAGEM: GLOBO X RECORD

Por Alessandra Nunes

Na manhã seguinte após o blecaute do dia 10 de novembro, as emissoras de TV buscavam explicações para o ocorrido. A tentativa de uma entrevista ao vivo com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, fez com que as repórteres Camila Bomfim (da GloboNews) e Venina Nunes (da Rede Record) se desentendessem. O vídeo mostra o episódio transmitido ao vivo pelo programa "Hoje em Dia" da Rede Record na manhã do dia 11 de novembro e nos deixa a pergunta:
Até que ponto a busca pela informação pode chegar de maneira a não ferir a ética?

17 de novembro de 2009

INVENÇÃO DA FOTOGRAFIA

A palavra fotografia formou-se a partir das palavras gregas fós ("luz"), e grafis ("estilo", "pincel") e significa "desenhar com luz" ou "representação por meio de linhas". Mas você sabe quem inventou a fotografia?
Em 1826, o inventor e litógrafo francês Joseph Nicéphore Niépce fez a primeira fotografia, uma imagem produzida em uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia. Para produzir essa imagem foram necessárias oito horas de exposição à luz solar, um processo que Niépce chamou de "heliografia", gravura com a luz do Sol. Veja a fotografia:

15 de novembro de 2009

VIVER PARA CONTAR

Após ter sido diagnósticado com um câncer linfático, o escritor, jornalista e editor Gabriel García Márquez decidiu contar a história de sua vida na autobiografia "Viver para contar", publicada em 2002.

Leia um trecho do livro:
"Minha mãe pediu que fosse com ela vender a casa. Havia chegado a Barranquilla naquela manhã, vinda do povoado distante onde morava minha família, e não tinha a menor ideia de como me encontrar. Perguntando aqui e ali entre os conhecidos, indicaram que me procurasse na Livraria Mundo ou nos bares vizinhos, onde eu ia duas vezes por dia conversar com meus amigos escritores. Quem deu a indicação avisou: “Vá com cuidado porque são uns doidos varridos.” Chegou ao meio-dia em ponto. Abriu passagem com seu andar ligeiro entre as mesas repletas de livros, plantou-se na minha frente olhando-me nos olhos com o sorriso pícaro de seus melhores dias, e antes que eu pudesse ter qualquer reação disse:
— Sou sua mãe.
Alguma coisa havia mudado em minha mãe que me impediu de reconhecê-la à primeira vista. Tinha quarenta e cinco anos. Somando seus onze partos, havia passado quase dez anos grávida e pelo menos outros tantos amamentando seus filhos. Tinha ficado completamente grisalha antes do tempo, os olhos pareciam maiores e mais atônitos atrás de seus primeiros óculos bifocais, e guardava um luto fechado e sério pela morte de sua mãe, mas ainda conservava a beleza romana de seu retrato de casamento, agora dignificada por uma aura outonal. Antes de qualquer coisa, antes mesmo de me abraçar, ela disse com seu estilo cerimonioso de sempre:
— Venho pedir a você que por favor me acompanhe para vender a casa.
Não precisou dizer qual, nem onde, porque para nós só existia uma casa no mundo: a velha casa dos avós em Aracataca, onde tive a boa sorte de nascer e onde não tornei a morar desde que fiz oito anos. Eu acabava de abandonar a faculdade de direito depois de seis semestres, dedicados sobretudo a ler o que caísse em minhas mãos e a recitar de memória a poesia irrepetível do Século de Ouro espanhol. Já havia lido, traduzidos e em edições emprestadas, todos os livros que teriam me bastado para aprender a técnica de romancear, e tinha publicado seis contos em suplementos de jornais, que mereceram o entusiasmo de meus amigos e a atenção de alguns críticos. Ia fazer vinte e três anos no mês seguinte, havia fugido do serviço militar e era veterano de duas blenorragias, e fumava cada dia, sem premonições, sessenta cigarros de um tabaco feroz. Alternava meus ócios entre Barranquilla e Cartagena das Índias, na costa caribenha da Colômbia, sobrevivendo feito um nababo com o que me pagavam pelos textos diários no El Heraldo, ou seja, quase menos que nada, e dormia o mais bem acompanhado possível onde quer que a noite me surpreendesse. Como se a incerteza sobre minhas pretensões e o caos da minha vida não fossem suficientes, um grupo de amigos inseparáveis estava disposto a publicar uma revista temerária e sem recursos que Alfonso Fuenmayor planejava fazia três anos. O que mais eu podia querer da vida? "

14 de novembro de 2009

A ARTE DIGITAL DE ERIK JOHANSSON

Erik Johansson tem 24 anos e estuda Engenharia da Computação. O rapaz tem chamado a atenção com suas criações em que manipula fotografias, um trabalho que geralmente demora entre 10 e 20 horas para ser feito. Veja algumas criações dele:












13 de novembro de 2009

DICA DE FIM DE SEMANA - JOGOS MORTAIS VI

Sexta-feira 13, a nossa dica de fim de semana não poderia deixar de ser um filme de terror. Já está em cartaz "Jogos Mortais VI". No sexto longa da série, o agente especial Strahm está morto e o detetive Hoffman surge como único sucessor do legado de Jigsaw. Entretando, quando o FBI se aproxima de Hoffman, ele se vê forçado a iniciar um jogo. Assim, o grande plano de Jigsaw será finalmente compreendido. Assista à chamada:

DIA MUNDIAL DA GENTILEZA

Hoje é o Dia Mundial da Gentileza. A ideia de criar uma data especial para a gentileza surgiu em uma conferência em Tóquio, em 1996, com o objetivo de valorizar atitudes simples mas que fazem toda a diferença. Mas, afinal, de que maneira podemos exercer a gentileza? Por meio de alguns pequenos gestos:
  • Faça uso das palavras mágicas: bom dia, por favor, com licença, obrigada;
  • Elogie com mais frequência do que critica;
  • Pratique a arte da paciência;
  • Seja solidário e companheiro.

E lembre-se sempre:

12 de novembro de 2009

DICAS PARA TER UM DESEMPENHO MELHOR NOS ESTUDOS


  • Dormir ao menos oito horas ininterruptas todos os dias;
  • Não estudar de madrugada (para uma melhor concentração no dia seguinte);
  • Estudar todos os dias;
  • Praticar exercícios;
  • Sair com os amigos nos momentos de lazer;
  • Viajar nas férias;
  • Se afastar de todos os vícios.

Com essas dicas, você poderá ter um rendimento bem melhor em seus estudos.

11 de novembro de 2009

GAFES JORNALÍSTICAS

Vida de jornalista não é fácil, principalmente quando as matérias são ao vivo. Veja essa seleção de gafes cometidas por alguns deles:

10 de novembro de 2009

FOTÓGRAFOS ESPECIAIS

O blog do Gamacom preparou um especial com alguns dos fotógrafos mais consagrados do mundo. Confira:

O fotógrafo baiano Evandro Teixeira é conhecido internacionalmente por seu trabalho. Já fez a cobertura dos principais fatos políticos, sociais e esportivos do país e do mundo e expôs suas fotografias em lugares como Paris, Madri, Cuba, México, Buenos Aires e Bogotá. Seus trabalhos também podem ser vistos nos livros "Evandro Teixeira - Fotojornalismo", lançado em 1982; "Canudos 100 Anos",lançado em 1997 e no livro “68 destinos – passeata dos cem mil”, lançado em 2008.






Ganhador dos principais prêmios de fotografia do mundo, o mineiro Sebastião Salgado estudou economia na Universidade de São Paulo, tornando-se mestre em economia em 1968. A paixão por fotografar surgiu numa viagem para a África. Foi nomeado como representante especial do UNICEF em 2001, por seu trabalho ter a preocupação de expor a vida das pessoas excluídas.




O francês Henri Cartier-Bresson, considerado por muitos o pai o fotojornalismo, foi um dos fundadores da Magnum, uma das agências fotográficas mais importantes do mundo. Uma das caracteristicas do seu trabalho é a captura de cenas do cotidiano no momento exato, o que Bresson chamava de “momento decisivo”. O fotógrafo morreu em 2004.







O trabalho do fotógrafo norte-americano James Nachtwey é marcado pelas fotografias de guerra. Seu trabalho pode ser visto no documentário “War Photographer”, lançado em 2001 e onde o espectador tem a chance de acompanhar o trabalho de Nachtwey durante os conflitos de Kosovo, Palestina e Indonésia.





9 de novembro de 2009

CAMPANHA NATAL SEM FOME DOS SONHOS 2009



A Universidade Gama Filho está arrecadando brinquedos e livros infanto-juvenis para serem doados para a Campanha Natal sem Fome dos Sonhos 2009. As doações podem ser entregues até o dia 9 de dezembro na Assessoria de Relações Públicas, no 1º andar do Prédio AG, no Campus Piedade.
Os brinquedos arrecadados serão doados às crianças dos bolsões de pobreza onde atuam os comitês da Ação da Cidadania e os livros serão enviados para os Espaços de Leitura nas periferias de 12 estados brasileiros.

8 de novembro de 2009

EU SEI, MAS NÃO DEVIA

"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma."


O texto acima foi retirado do livro "Eu sei, mas não devia", escrito por Marina Colasanti (foto) e publicado pela Editora Rocco. Por esse livro, a escritora e jornalista recebeu o Prêmio Jabuti.
Marina já publicou 33 livros, entre contos, poesia, prosa, literatura infantil, e infanto-juvenil.

7 de novembro de 2009

A ARTE INUSITADA DE JULIAN BEEVER

Há mais de dez anos o artista inglês Julian Beever percorre o mundo fazendo desenhos nas calçadas. Mas o que há de diferente no trabalho dele? Utilizando giz e uma técnica de distorção especial, os desenhos criam uma impressão tridimensional quando vistos a partir de um determinado ângulo. Veja algumas de suas obras:







Beever esteve no Brasil fazendo sua arte em Porto Alegre. Assista ao vídeo: